5 dicas para a segurança online dos filhos

Pesquisa mostra que a maior parte das crianças e adolescentes faz uso da internet, em especial, pelo celular. Os números alertam para um ponto crucial: como manter nossos filhos em segurança no ambiente online, que está cada vez mais perigoso com as crescentes redes sociais?

No ano passado, a pesquisa TIC Kids Online Brasil, que tem como objetivo mapear possíveis riscos e oportunidades online, gerando indicadores sobre o uso que crianças e adolescentes fazem da internet, organizado pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), apontou que 81% da população de indivíduos, com idades entre 9 e 17 anos, utilizam a internet, sendo que 82% acessam pelos smartphones e tablets.

E a tendência é este número aumentar cada vez mais. Para se ter ideia, em 2013, 53% deste público acessava a internet. Em seis anos houve crescimento de 28%. Porém, junto com isso, as ameaças também cresceram e se tornaram mais evidentes. Então, a pergunta feita pelos pais é sempre a mesma: como proteger os filhos para que não se tornem potenciais alvos dos perigos online?

Ao pensar nisso, o Filho sem Fila listou 5 dicas que podem te ajudar a assegurar o bem-estar de seus filhos no mundo virtual.

  1. O primeiro passo é o diálogo aberto. Isso mesmo! Conversa franca com os filhos permite que eles sejam mais abertos a contar tudo para seus pais. E já que é muito difícil acompanhar tudo que eles fazem na internet, ter os feedbacks das próprias crianças e adolescentes, ajuda e muito a fazer com que eles mesmo percebam os potenciais riscos. Com isso, os pais podem também mostrar para as crianças o que pode ser perigoso na web, se assim acharem necessário e que pode potencializar resultados.
  2. Os pais podem e devem monitorar o conteúdo que seus filhos acessam. Fazer esse monitoramento por um dispositivo móvel pode ser mais trabalhoso, já que, de modo geral, crianças já têm seus próprios celulares, no entanto browsers como o Google Chrome permitem o acesso ao histórico de qualquer dispositivo, precisando apenas estar conectado à mesma conta. Por isso, ter acesso a todas as senhas dos filhos é de suma importância. Ainda é fundamental criar uma lista de sites permitidos e bloquear aqueles que não sejam bom exemplo, ou até mesmo que sejam maliciosos. Mas isso só depende dos pais.
  3. Controlar os horários de acesso é muito importante também, primeiro porque, além de criar um comportamento controlado sobre o uso e acessos na internet, evita que as crianças e adolescentes tenham dependência dos aparelhos eletrônicos. Com isso, inclusive, estabelecendo outras atividades que farão com que eles mesmos saibam o que, como e quais são as horas de acesso.
  4. Manter os acessos em dispositivos comuns facilita o monitoramento dos pais. A ideia de centralizar o uso da internet em um único dispositivo pode ser um método que facilite o controle, e, para isso, é indicado que esteja em um local onde seja mais fácil ficar de olho. Por exemplo, ao invés de a criança ter um tablet somente dela, é preferível que se tenha um aparelho de uso comum, como um computador na sala. Desta forma, e automaticamente, os filhos passarão a ter mais cuidado.
  5. Por fim, e tão importante quanto, é o exemplo que damos aos nossos filhos. Se você fica online até tarde, come usando o celular e acessa conteúdos que não sejam qualificados, seus filhos vão querer fazer o mesmo. Os pais sempre são os primeiros e principais exemplos para as crianças e adolescentes. Cuide de você e, consequentemente, cuidará dos seus filhos também.

E você, já segue essas dicas? Tem algum método que utiliza e que não foi citado? Deixe seu comentário compartilhando um pouco do seu dia-a-dia com seus filhos e como você mantem o controle em casa.

2 thoughts on “5 dicas para a segurança online dos filhos”

    1. Olá, Maria. Tudo bem contigo?
      Gostaríamos de agradecer ao seu comentário, é exatamente isso que esperamos receber nos comentários, saber se vocês gostaram do nosso conteúdo e se ele realmente está sendo relevante. Deu para entender muito bem e pedimos desculpas pelo uso do termo.
      Até mais. E, mais uma vez, obrigado!

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